Campanha histórica

Não precisou vencer nenhum jogo. Nem se classificar para as oitavas de final. A festa dos torcedores após o apito final e o terceiro empate em três jogos na Copa do Mundo são justificáveis para a Nova Zelândia. Por dois motivos especiais: o primeiro, pois na única participação do país até aqui, foram três jogos e três derrotas. O segundo, pois deixou a atual campeã mundial Itália para trás no grupo.

Para isto, Ricki Herbert montou a equipe num interessante 3-4-3, a princípio ofensivo, mas que conseguia se fechar num 5-4-1 quando era necessário.

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As variações fizeram da Nova Zelândia um time interessante, apesar da pouca qualidade técnica de seus jogadores e de seu futebol quase semi-profissional.

Defensivamente, a equipe conseguia se armar num 5-4-1, com os alas fechando a defesa e com Killen e Smith voltando para recompor o meio-campo.

Com a bola, além da chegada dos alas, Elliot tinha liberdade para subir e transformar-se no armador, abrindo Killen e com Smith se aproximando de Fallon.

Mais uma prova de que futebol não se faz apenas com grandes jogadores. E que é importante uma boa organização tática para "ser feliz" no futebol moderno atual. A Nova Zelândia evoluiu. Não se classificou mas fez uma campanha mais do que digna. Histórica. É motivo para se orgulhar.

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