Por "pouco"

Um time envelhecido e que gerava poucas expectativas. Apesar disso, a Dinamarca fez uma primeira fase honesta no Mundial. Falhou em lances vitais, porém, no último jogo. Acabou eliminada por uma competentíssima equipe japonesa.

Em todo o torneio, a Dinamarca variou um 4-2-3-1 que por várias vezes tornava-se um 4-1-3-2. Tomasson posicionava-se como meia, mas tinha total liberdade para se aproximar de Bendtner e quase nenhuma obrigação defensiva.

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Com um time bom tecnicamente mas com problemas principalmente no meio-campo, o bom Rommedahl, pelo lado direito, foi o principal jogador dinamarques na Copa. Era por ali que o time criava e levava perigo em seus ataques.

Contra Camarões, o meia levou vantagem e teve espaços graças à fraca marcação de Ekotto pelo setor. Resultado: vitória da Dinamarca. Contra os japoneses, porém, a boa marcação imposta por Nagatomo no setor impediu que a equipe chegasse com facilidade ao ataque.

Com uma defesa segura, mas que comete muitas faltas, os europeus acabaram concedendo nas bolas paradas, a chance para o Japão matar o jogo. Não fosse o gol de Honda, provavelmente a partida teria sido extremamente equilibrada até o fim.

A Dinamarca fez um belo papel e proporcionou bons jogos. Faltou, porém, encontrar outras alternativas para chegar mais longe.

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