O Coritiba não tem um time ruim. Pelo contrário. Foi bem montado, bem pensado e é bem treinado. Pode fazer frente a qualquer time do país. Mas se iludiu com os números fantásticos do primeiro semestre, irreais e facilitados por um Estadual absolutamente desequilibrado. Com alguns reforços pontuais, o Coritiba poderia fazer um ótimo Campeonato Brasileiro. Achou que o que tinha era suficiente e cai na real com campanha mediana.
Contra o Vasco, o Coritiba não conseguiu fazer boa partida (pelo menos nos 60 minutos que assisti). Quando troquei para o jogo entre Corinthians x Flamengo, o Vasco vencia por 2 a 0 e não dava pinta de que a reação era possível.
No primeiro tempo, o Coritiba teve um esquema indecifrável pela movimentação dos meias, que eu só pude definir após a entrevista de Marcelo Oliveira, na volta do intervalo. O 4-3-2-1 foi usado outras vezes na temporada, mas não funcionou bem.
Contra o Vasco, o Coritiba não conseguiu fazer boa partida (pelo menos nos 60 minutos que assisti). Quando troquei para o jogo entre Corinthians x Flamengo, o Vasco vencia por 2 a 0 e não dava pinta de que a reação era possível.
No primeiro tempo, o Coritiba teve um esquema indecifrável pela movimentação dos meias, que eu só pude definir após a entrevista de Marcelo Oliveira, na volta do intervalo. O 4-3-2-1 foi usado outras vezes na temporada, mas não funcionou bem.
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O Coritiba tinha várias caras durante a etapa inicial. Tcheco adiantava quando o time não tinha a bola e fazia parecer um 4-2-3-1. Rafinha, muito espetado pela esquerda, se aproximava de Bill e o time parecia no 4-2-2-2. Mas a ideia de Marcelo Oliveira era mesmo ter a posse de bola e ver Tcheco acompanhando Juninho Pernambucano, que tem ritmo parecido com o meia do Coxa.Não funcionou bem. O Coritiba teve apenas 49% de posse e criou poucas chances. Não conseguiu sequer se aproveitar de um Vasco que errava passes em excesso. E que acabou achando um gol em cobrança (sempre) perfeita de Juninho Pernambucano.
No intervalo, o técnico do Coritiba fez duas mudanças. Pereira saiu machucado na zaga. E Willian, deixou o campo por já ter cartão amarelo para a entrada do meia Éverton Costa. Definitivamente no 4-2-3-1 (que aparentava 4-3-3 pelas características ofensivas de seus meias), o time deu espaços no meio e acabou levando o segundo gol. Tcheco ficou com mais responsabilidade na marcação e não tem perna para isto. E os três meias contribuiam muito pouco na marcação, permitindo ao Vasco crescer e controlar o jogo.
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Escrevo este post antes do fim do jogo em São Januário. O jogo pode mudar, porque o futebol é assim, embora eu não acredite que o Coxa tenha força para tal. O Coritiba será figurante pois se acomodou com os números do primeiro semestre. Tem um bom time, e com alguns reforços o elenco teria condições de brigar. Uma pena, para o ótimo trabalho de Marcelo Oliveira.


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