Depois do quase rebaixamento no Campeonato Brasileiro, o Cruzeiro prometeu se renovar. Processo que começou errado com a permanência de Vágner Mancini, de trabalho muito fraco na competição. Logo após o fim da competição, a pinta era de que o Cruzeiro seria outro completamente em 2012, mas não será bem assim.
Até o momento, apenas um setor passou por mudanças profundas: o meio-campo. A trinca armada nos tempos de Adilson Batista em 2007 e principal trunfo do Cruzeiro nas últimas temporadas com Fabrício, Marquinhos Paraná e Henrique foi totalmente desfeita. E para o lugar, o clube resolveu apostar em mais pegada e menos qualidade técnica (todos os reforços, exceto Arías, não eram titulares absolutos de times que foram rebaixados). De resto, algumas mudanças pontuais e jogadores que chegam ao clube para disputar uma posição no time titular. Tanto é que no primeiro coletivo do ano, Mancini apresentou equipe parecida com a do ano passado.
Até o momento, apenas um setor passou por mudanças profundas: o meio-campo. A trinca armada nos tempos de Adilson Batista em 2007 e principal trunfo do Cruzeiro nas últimas temporadas com Fabrício, Marquinhos Paraná e Henrique foi totalmente desfeita. E para o lugar, o clube resolveu apostar em mais pegada e menos qualidade técnica (todos os reforços, exceto Arías, não eram titulares absolutos de times que foram rebaixados). De resto, algumas mudanças pontuais e jogadores que chegam ao clube para disputar uma posição no time titular. Tanto é que no primeiro coletivo do ano, Mancini apresentou equipe parecida com a do ano passado.
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Nas laterais, o Cruzeiro vive de incertezas. Pela direita, Jackson e Marcos vão disputar a lacuna deixada com a saída de Vitor que já nem era titular. Pela esquerda, Gilson está poucos passos à frente de Diego Renan que vem caindo de produção ano após ano mas ainda é tratado como promessa pelo clube.
Montillo está mantido na armação depois de todo o embróglio envolvendo as propostas de Corinthians e São Paulo. Enfrentará enorme pressão por tudo que foi dito e feito na condução do caso. Se não jogar bem, dirão que está com a cabeça em outro clube. Mas é fato que já se comprovou um baita profissional e dificilmente se dedicará menos que o necessário ao clube.
Na frente, o Cruzeiro ainda busca soluções. Walyson livre de contusão é ótima notícia. A chegada de Wálter (o clube aguarda documentos do Porto mas já acertou a negociação) soa como aposta que pode dar certo se o atacante colocar a cabeça no lugar. O blog tem informações que Osvaldo já tem tudo acertado há duas semanas mas uma pendência com o clube árabe impede o acerto. Confirmando os dois reforços, o time ganha opções de velocidade e qualidade e dá a possibilidade inclusive de alternâncias táticas para Vágner Mancini (que ainda conta com o promissor Anselmo Ramón no grupo).
No processo de mudanças, o Cruzeiro ainda perdeu a chance de abrir espaços para garotos promissores das categorias de base no grupo como Gil Bahia, Murilo, Gabriel Araújo, Lucas, Éber, Élber, Thiaguinho e Léo Bonatini. O Cruzeiro inchou o elenco e não colocou os garotos no grupo.
É difícil fazer qualquer prognóstico a respeito do Cruzeiro. O clube ao meu ver se enfraqueceu no setor que era mais forte e não supriu lacunas que a equipe tinha (embora com os reforços próximos já citados, o ataque seja uma posição resolvida). Resta ver como reagirá Vágner Mancini e seu novo grupo quando a temporada começar para valer. Hoje, o Cruzeiro é uma aposta de alto risco.
Avaliação do Marcação: ✩✩✩✩✩
Competições em 2012: Campeonato Mineiro, Copa do Brasil e Campeonato Brasileiro.
Perspectiva: Difícil prognóstico. Entra abaixo do Atlético-MG no Estadual por não ter uma base pronta. Mas jogará com a tradição no retorno à Copa do Brasil. É tradicionalmente copeiro e já montou times improváveis com contratações duvidosas.
Chegaram: Jackson (LD, Dallas-EUA), Thiago Carvalho (Z, Boa), Mateus (Z, Portuguesa), Gilson (LE, América), Amaral (V, América), Rudnei (V, Ceará), Diego Arías (V, Paok-GRE), Marcelo Oliveira (V, Atlético-PR), Wálter (A, Porto-POR).
Saíram: Vitor (LD, Goiás), Naldo (Z, Grêmio), Fabrício (V, São Paulo), Charles (V, Lokomotiv-RUS), Marquinhos Paraná (V) e Ortigoza (A, Hyundai-COR).
Ainda procura: Meia e atacantes.
Montillo está mantido na armação depois de todo o embróglio envolvendo as propostas de Corinthians e São Paulo. Enfrentará enorme pressão por tudo que foi dito e feito na condução do caso. Se não jogar bem, dirão que está com a cabeça em outro clube. Mas é fato que já se comprovou um baita profissional e dificilmente se dedicará menos que o necessário ao clube.
Na frente, o Cruzeiro ainda busca soluções. Walyson livre de contusão é ótima notícia. A chegada de Wálter (o clube aguarda documentos do Porto mas já acertou a negociação) soa como aposta que pode dar certo se o atacante colocar a cabeça no lugar. O blog tem informações que Osvaldo já tem tudo acertado há duas semanas mas uma pendência com o clube árabe impede o acerto. Confirmando os dois reforços, o time ganha opções de velocidade e qualidade e dá a possibilidade inclusive de alternâncias táticas para Vágner Mancini (que ainda conta com o promissor Anselmo Ramón no grupo).
No processo de mudanças, o Cruzeiro ainda perdeu a chance de abrir espaços para garotos promissores das categorias de base no grupo como Gil Bahia, Murilo, Gabriel Araújo, Lucas, Éber, Élber, Thiaguinho e Léo Bonatini. O Cruzeiro inchou o elenco e não colocou os garotos no grupo.
É difícil fazer qualquer prognóstico a respeito do Cruzeiro. O clube ao meu ver se enfraqueceu no setor que era mais forte e não supriu lacunas que a equipe tinha (embora com os reforços próximos já citados, o ataque seja uma posição resolvida). Resta ver como reagirá Vágner Mancini e seu novo grupo quando a temporada começar para valer. Hoje, o Cruzeiro é uma aposta de alto risco.
Avaliação do Marcação: ✩✩✩✩✩
Competições em 2012: Campeonato Mineiro, Copa do Brasil e Campeonato Brasileiro.
Perspectiva: Difícil prognóstico. Entra abaixo do Atlético-MG no Estadual por não ter uma base pronta. Mas jogará com a tradição no retorno à Copa do Brasil. É tradicionalmente copeiro e já montou times improváveis com contratações duvidosas.
Chegaram: Jackson (LD, Dallas-EUA), Thiago Carvalho (Z, Boa), Mateus (Z, Portuguesa), Gilson (LE, América), Amaral (V, América), Rudnei (V, Ceará), Diego Arías (V, Paok-GRE), Marcelo Oliveira (V, Atlético-PR), Wálter (A, Porto-POR).
Saíram: Vitor (LD, Goiás), Naldo (Z, Grêmio), Fabrício (V, São Paulo), Charles (V, Lokomotiv-RUS), Marquinhos Paraná (V) e Ortigoza (A, Hyundai-COR).
Ainda procura: Meia e atacantes.




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