O menor país entre os participantes da Copa do Mundo. A primeira participação em Mundiais. Ingredientes suficientes para imaginar que a Eslováquia não iria longe. Para muitos, foi uma surpresa a equipe ter chegado ás oitavas-de-final. Mas com a qualidade que tem a sua disposição era de imaginar que a equipe poderia assustar.
Durante toda a Copa, a Eslováquia atuou no 4-2-3-1. É um time leve que tem qualidade na armação das jogadas e conta com o artilheiro Vittek para concluir. Aliás, ele terminou a Copa entre os goleadores da África. Na partida derradeira, porém, uma mudança de jogadores que passou a impressão de uma equipe mais ofensiva, acabou tirando o que a equipe tem de melhor no ataque.
(CLIQUE NA IMAGEM PARA AMPLIAR)

Não foi por ser filho do treinador que Weiss ganhou a condição de titular do time. É um jogador ofensivo e interessante, cheio de potencial. Mas a sua entrada, obrigou a Eslováquia a tirar de sua melhor posição, seu melhor jogador.
Hamsik foi recuado para atuar como segundo volante. O que poderia deixar a equipe mais ofensiva, deixou o seu craque distante demais de Vittek e consequentemente do gol. Assim, mesmo com tantos jogadores ofensivos, a equipe sentiu dificuldades para chegar ao gol holandês.
Graças à segurança defensiva, o time sofreu poucos gols e poucos sustos na Copa. Mas jogando contra uma equipe superior tecnicamente, o revés era questão de tempo.
A Eslováquia saiu da Copa do Mundo deixando ótima impressão. É um time que deve crescer. E ser presença forte em outros Mundiais. A bagagem é importante. E enfrentar um adversário tradicional acabou sendo peso demais.



0 comentários:
Postar um comentário