O Atlético-MG entrou em campo contra o Fluminense para buscar a reabilitação no Campeonato Brasileiro. Dorival Júnior, escalou o Atlético-MG contra o Fluminense para salvar seu emprego. Era notório que nova derrota inviabilizaria a permanência do comandante alvinegro.
Sem a dupla de zaga titular, Dorival Júnior optou por mudar o esquema de jogo. No 4-3-1-2, esperava deixar o time mais seguro defensivamente. Toró e Dudu Cearense ganharam vaga no meio-campo para ajudar na proteção a Lima e Werley.
Sem a dupla de zaga titular, Dorival Júnior optou por mudar o esquema de jogo. No 4-3-1-2, esperava deixar o time mais seguro defensivamente. Toró e Dudu Cearense ganharam vaga no meio-campo para ajudar na proteção a Lima e Werley.
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Bem organizado, era o Atlético quem tinha a iniciativa do jogo. Buscando principalmente o lado direito, com Patric, o time tentava atacar. Richarlyson era responsável pelas saídas rápidas pelo setor já que Dudu Cearense participava pouco do jogo. Por ali, Caio também tentava aparecer, embora fizesse partida discreta.Sem a bola, o Atlético se fechava bem. Magno Alves recuava formando um 4-3-2-1, Toró cobria as saídas de Richarlyson que cobria as costas de Patric. Nem precisava tanto esforço ofensivo. Embora tenha tido 53% da posse de bola, o Fluminense não ameaçava. Foram apenas cinco finalizações, nenhuma com perigo. O Galo também não conseguia chegar. Faltava qualidade e tranquilidade. O time errava passes demais e não levava perigo ao gol de Diego Cavalieri.
No intervalo, Dorival mudou. Guilherme Santos, que errava muito e sofria com a pressão da torcida, deixou o campo para a entrada de Wesley. Imaginei um time no 4-2-2-2, com Richarlyson passando à lateral. Não foi o que o técnico fez.
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Wesley ocupou a lateral esquerda. Por ali, deu volume ofensivo e melhor chegada. Richarlyson assumiu de vez o lado direito do meio-campo, dando apoio às constantes subidas de Patric. Mais centralizado, Dudu Cearense participou mais do jogo qualificando o passe.Ainda que não fizesse uma grande partida, o Atlético cresceu. Encuralou o Fluminense e jogou no campo ofensivo. Fazia por merecer um gol quando André entrou na vaga de Jonatas Obina (batalhador e nada mais) e fez o que dele se esperava, encerrando jejum de 13 meses em seu segundo toque na bola. O gol, saiu pelo lado direito, em jogada de Patric e movimentação de Magno Alves, finalmente fugindo da marcação.
Nos minutos finais, com o Fluminense com três atacantes, o gol de empate não saiu por pouco. A sorte, desta vez, esteve a favor de Dorival Júnior e sua equipe. Que com organização, mas pouco brilho individual, conseguiu um resultado fundamental.
O Galo não tem um time tão bom para brigar lá em cima. Nem tão ruim para estar brigando tão embaixo. Só as vitórias salvam o emprego de Dorival. E só as vitórias vão dar ao time a tranquilidade necessária para subir de produção.



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