Ele não encanta e ele raramente é citado entre os favoritos. Mas com 26 pontos em 14 jogos e uma campanha segura (com apenas duas derrotas, ambas fora de casa), o Palmeiras não se desgarra das primeiras posições no Campeonato Brasileiro. Desde a terceira rodada, o time está pelo menos entre os cinco melhores.
Resultado de um trabalho consciente de Felipão no comando da equipe paulista. O 4-2-3-1 da moda é ótimo quando funciona. Mas é um esquema tático complicado, de difícil absorção por parte de jogadores brasileiros e que depende de movimentos sincronizados e perfeitos para funcionar. No Palmeiras, funciona bem. E mesmo sem grandes craques taticamentes, o alviverde já percebeu onde pode chegar no Brasileirão.
Resultado de um trabalho consciente de Felipão no comando da equipe paulista. O 4-2-3-1 da moda é ótimo quando funciona. Mas é um esquema tático complicado, de difícil absorção por parte de jogadores brasileiros e que depende de movimentos sincronizados e perfeitos para funcionar. No Palmeiras, funciona bem. E mesmo sem grandes craques taticamentes, o alviverde já percebeu onde pode chegar no Brasileirão.
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Contra o adversário do maior trauma da equipe na temporada (na Copa do Brasil, o Coritiba goleou o Palmeiras por 6 a 0 no Couto Pereira), Felipão escalou o time na mesma base que vem buscando desde o início do ano.O empate por 1 a 1 contra um adversário forte e com histórico complicado, confirmou o quanto é difícil vencer o Palmeiras. Que executa com perfeição funções ofensivas e defensivas, reconhecendo suas limitações.
Ofensivamente, o Palmeiras é perfeitamente sincronizado. Kléber faz bem o papel de pivô, Valdívia vai crescendo de produção e os meias abertos sabem como jogar. Fecham no momento certo para abrir o corredor para os laterais (que chegam muito ao ataque, de forma alternada) e se aproximam tanto do meia central quanto do atacante.
Na defesa, mesmo com volantes lentos, o Palmeiras se supera na recomposição. E isto passa, fundalmentalmente, pelo papel exercido pelos meias e atacantes. Independente de quem jogue, os homens de frente do Palmeiras são incansáveis para apertar a saída de bola. Mostram que atacante não precisa desarmar, não precisa ser perfeito na marcação. Mas o simples fato de cercar, já dificulta todo o trabalho ofensivo do adversário. Graças a isto, os questionáveis Thiago Heleno e Maurício Ramos fazem bom Campeonato (apesar do erro do segundo que acabou gerando a expulsão do primeiro no jogo de hoje).
Com a cara de Felipão, o Palmeiras vai chegando. Sério, sisudo e competente. Sabe de suas limitações e sabe o que fazer.



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