No início da temporada a Roma apostou em Luís Enrique, técnico do Barcelona B, para comandar um processo de renovação obrigatório no clube. A ideia era que o técnico implantasse no time, o espírito e o sistema do time catalão: vencedor e encantador. O início saiu pior que a encomenda mas a Roma aos poucos se acerta. Sobe na tabela do Campeonato Italiano e mostra potencial para jogar ainda mais.
Contra a até então invicta Atalanta, a Roma conseguiu uma vitória importante. Chegou ao terceiro lugar (provisoriamente) e mostrou que pode brigar na parte de cima da tabela. No 4-3-1-2 (que dá pinta de 4-3-3 graças à enorme liberdade dada à Totti a Roma foi bem. Mas em momento algum, deu a menor pinta que pode jogar parecido com o Barcelona. Nem em seu melhor sonho.
Contra a até então invicta Atalanta, a Roma conseguiu uma vitória importante. Chegou ao terceiro lugar (provisoriamente) e mostrou que pode brigar na parte de cima da tabela. No 4-3-1-2 (que dá pinta de 4-3-3 graças à enorme liberdade dada à Totti a Roma foi bem. Mas em momento algum, deu a menor pinta que pode jogar parecido com o Barcelona. Nem em seu melhor sonho.
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Depois de começar mal no jogo, com dificuldades no meio-campo, a Roma não demorou para equilibrar as ações. De Rossi entrou no jogo qualificando o passe e forçando mais o jogo com Pjanic pela esquerda. Pela direita, o extremamente ofensivo Rosi, levava perigo nas subidas.Se não foi brilhante, a Roma soube matar o adversário em seus mínimos erros. Na primeira cochilada, De Rossi achou passe sensacional para a jovem promessa Bojan finalmente marcar seu primeiro gol no clube e corresponder a confiança de Luis Enrique. 10 minutos depois, Osvaldo aproveitou passe longo e saída errada da defesa para deixá-lo impedido para ampliar.
Na etapa final, a Atalana diminuiu logo no começo (quando toda a defesa romana ficou fincada no chão) e tentou equilibrar e assustar. Obrigou Luis Enrique a reoxigenar seu time e fortalecer a marcação no meio. Borini entrou para dar velocidade aos contra-golpes. Pizarro para fechar espaços no meio. Até que Fábio Simplício fez um improvável gol, definiu o triunfo e deu tranquilidade ao time.
A Roma foi melhor. O resultado foi justo. Mas em nenhum momento o time teve controle absoluto ou sequer, mais posse de bola. Totti não contribui defensivamente, nem Bojan. O time raramente toma a bola no campo ofensivo, porque não confia no sistema defensivo, inseguro. Se sonha um dia jogar parecido com o Barcelona, é bom a Roma saber que vai precisar de muito mais do que um técnico com filosofia interessante.
Fica pelo menos o alívio que, aos trancos e barrancos, o time tem tudo para fazer uma temporada decente e quem sabe buscar uma vaga na Champions da próxima temporada.



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