Em fevereiro de 2011, o Arsenal foi sorteado para enfrentar o Barcelona nas oitavas de final da Champions League. Na época, foi tratado como o time com maiores chances de bater o time mais forte do planeta e não fez feio. Ótima primeira partida e vitória por 2 a 1 em casa. Derrota e eliminação por 3 a 1 no segundo jogo. Demonstração de força de um time que, de fato, teve chances de vencer um adversário infinitamente mais forte.
Hoje, oito meses depois, embora faça campanha tranquila na primeira fase da Champions, é inimaginável que o Arsenal seja capaz de bater de frente contra um adversário forte. Prova disto, o massacre sofrido para o Manchester United já no início da Premier League.
No fraco duelo contra o Olympique de Marselha, que valeu a liderança do grupo F ao time com 7 pontos em três jogos, o Arsenal mostrou o quanto piorou no período. Seus principais jogadores saíram e a reposição não esteve perto de ser à altura. E o elenco raso, montado por ele mesmo, deixou Arsene Wenger em situação delicada para a temporada.
Hoje, oito meses depois, embora faça campanha tranquila na primeira fase da Champions, é inimaginável que o Arsenal seja capaz de bater de frente contra um adversário forte. Prova disto, o massacre sofrido para o Manchester United já no início da Premier League.
No fraco duelo contra o Olympique de Marselha, que valeu a liderança do grupo F ao time com 7 pontos em três jogos, o Arsenal mostrou o quanto piorou no período. Seus principais jogadores saíram e a reposição não esteve perto de ser à altura. E o elenco raso, montado por ele mesmo, deixou Arsene Wenger em situação delicada para a temporada.
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A estrutura é a mesma da última temporada: 4-2-3-1. Os problemas, são muito maiores. Embora seja taticamente bem armado pelo bom técnico que tem, falta qualidade para que o Arsenal possa fazer que o time funcione.A defesa é fraca e fica constantemente exposta. Arteta e Song não dão a proteção necessária e os laterais não tem a defesa como ponto forte, principalmente André Santos que encontra enormes dificuldades no time (e que fez partida patética contra os franceses, não sendo expulso ainda na etapa inicial por complacência da arbitragem).
No meio-campo, Arshavin não encontra regularidade e Rosicky não é mais que uma boa opção de banco. Falta alguém para carimbar o meio-campo como fazia Fábregas, com qualidade no passe e inteligência para controlar as ações ofensivas do time. Walcott funciona bem como winger pela direita, tem velocidade e qualidade, mas sendo a única alternativa de jogada, torna-se presa fácil. Na frente, com poucos jogadores para dialogar, Van Persie sofre.
Wenger olha para o banco e vê pouco para mudar. Embora tenha acertado em cheio contra o Olympique, colocando Ramsey e Gervinho nos lugares de Walcott e Arshavin, deixando o time mais incisivo e perigoso. No fim, foi premiado com o gol de Ramsey que valeu a vitória por 1 a 0.
O Arsenal já melhorou bastante do início da temporada para cá. Porque tem um ótimo (mas pouco ousado no mercado) treinador. Me parece, no entanto, um time que será incapaz para brigar com os grandes quando a temporada exigir vitórias contra adversários mais qualificados.



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